IMITADORES DE QUEM?
“Sede meus imitadores como também eu de Cristo” I Coríntios 11.1
Pode parecer a alguém que o apóstolo Paulo foi um tanto
presunçoso quando exortou os irmãos coríntios a serem seus
imitadores. Essa impressão desaparece se levarmos em conta três
coisas: a primeira é que ele se obriga a ser um imitador de Cristo. A
segunda é que ele se submete à avaliação das pessoas quanto a
estar sendo ou não um imitador do Divino Mestre. As pessoas só
teriam a obrigação de serem imitadores dele se ele fosse, realmente,
um imitador de Cristo.
A terceira coisa a ser levada em conta ao apreciarmos a
exortação do apóstolo é que Jesus nos mandou agir da maneira
como Paulo está agindo, ou seja, Jesus quer que nos ponhamos
como exemplos para serem imitados. Sim, cada um de nós precisa
dizer o que Paulo disse.
Mas quando foi que Jesus nos mandou ser modelos para as
outras pessoas? Em diversas ocasiões, inclusive quando fez a
“Grande Comissão”: “Ide, fazei discípulos de todas as nações,
batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”
(Mateus 28.19). Aí alguém pode argumentar: “Jesus mandou fazer
discípulos dele, de Jesus”. Tudo bem, mas esse novo discípulo está
sendo formado por outra pessoa diretamente. Indiretamente ele é
discípulo de Jesus, mas quem o está instruindo sou eu, é você. Que
responsabilidade, hein? Pois é, mas isso é, acima de tudo, um
grande privilégio.
Agora vem outra grande questão: como é que eu posso ser um
bom imitador de Cristo, de tal forma que as pessoas que me imitarem
sejam, na verdade, imitadores d'Ele? A resposta está lá na “Grande
Comissão”: “... ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos
tenho mandado ...” (Mateus 28.20). Então, eu preciso saber o que foi
que Jesus mandou guardar, seguir o que Ele mandou e ensinar
outros a fazer o mesmo. Ih, complicou. Como é que eu vou saber o
que foi que Jesus ordenou? Complicou nada. Tudo o que Jesus
ordenou está na Bíblia.
Mas e se eu me esquecer do que está na Bíblia? Aí entra em ação
o Espírito Santo. Ao prometer que enviaria o Espírito Santo a este
mundo, Jesus afirmou: “Aquele Consolador, o Espírito Santo, que o
Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos
fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (João 14.26).
Atenção: o Espírito Santo nos faz lembrar, não adivinhar. Então, é
necessário ler as palavras de Jesus. Depois, se nos esquecermos, o
Espírito de Deus nos fará lembrar. Está claro que precisamos manter
uma comunhão constante com o Consolador para que Ele se sinta à
vontade para agir em nós.
Mais uma observação importante: Jesus é a Palavra de Deus
encarnada (João 1.14; Apocalipse 19.11-13). Então, cada pessoa
que vive a Palavra de Deus está vivendo o próprio Cristo. Imitar a
Paulo ou a qualquer pessoa que viva a Palavra de Deus é imitar o
próprio Cristo.
Imitemos a Jesus. Façamos discípulos. Façamos imitadores de
Cristo.
Fonte: ANO XIV - N° 35 - 6 de setembro de 2009
Pr. Sóstenes Apolos da Silva
“Sede meus imitadores como também eu de Cristo” I Coríntios 11.1
Pode parecer a alguém que o apóstolo Paulo foi um tanto
presunçoso quando exortou os irmãos coríntios a serem seus
imitadores. Essa impressão desaparece se levarmos em conta três
coisas: a primeira é que ele se obriga a ser um imitador de Cristo. A
segunda é que ele se submete à avaliação das pessoas quanto a
estar sendo ou não um imitador do Divino Mestre. As pessoas só
teriam a obrigação de serem imitadores dele se ele fosse, realmente,
um imitador de Cristo.
A terceira coisa a ser levada em conta ao apreciarmos a
exortação do apóstolo é que Jesus nos mandou agir da maneira
como Paulo está agindo, ou seja, Jesus quer que nos ponhamos
como exemplos para serem imitados. Sim, cada um de nós precisa
dizer o que Paulo disse.
Mas quando foi que Jesus nos mandou ser modelos para as
outras pessoas? Em diversas ocasiões, inclusive quando fez a
“Grande Comissão”: “Ide, fazei discípulos de todas as nações,
batizando-os em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo”
(Mateus 28.19). Aí alguém pode argumentar: “Jesus mandou fazer
discípulos dele, de Jesus”. Tudo bem, mas esse novo discípulo está
sendo formado por outra pessoa diretamente. Indiretamente ele é
discípulo de Jesus, mas quem o está instruindo sou eu, é você. Que
responsabilidade, hein? Pois é, mas isso é, acima de tudo, um
grande privilégio.
Agora vem outra grande questão: como é que eu posso ser um
bom imitador de Cristo, de tal forma que as pessoas que me imitarem
sejam, na verdade, imitadores d'Ele? A resposta está lá na “Grande
Comissão”: “... ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos
tenho mandado ...” (Mateus 28.20). Então, eu preciso saber o que foi
que Jesus mandou guardar, seguir o que Ele mandou e ensinar
outros a fazer o mesmo. Ih, complicou. Como é que eu vou saber o
que foi que Jesus ordenou? Complicou nada. Tudo o que Jesus
ordenou está na Bíblia.
Mas e se eu me esquecer do que está na Bíblia? Aí entra em ação
o Espírito Santo. Ao prometer que enviaria o Espírito Santo a este
mundo, Jesus afirmou: “Aquele Consolador, o Espírito Santo, que o
Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos
fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (João 14.26).
Atenção: o Espírito Santo nos faz lembrar, não adivinhar. Então, é
necessário ler as palavras de Jesus. Depois, se nos esquecermos, o
Espírito de Deus nos fará lembrar. Está claro que precisamos manter
uma comunhão constante com o Consolador para que Ele se sinta à
vontade para agir em nós.
Mais uma observação importante: Jesus é a Palavra de Deus
encarnada (João 1.14; Apocalipse 19.11-13). Então, cada pessoa
que vive a Palavra de Deus está vivendo o próprio Cristo. Imitar a
Paulo ou a qualquer pessoa que viva a Palavra de Deus é imitar o
próprio Cristo.
Imitemos a Jesus. Façamos discípulos. Façamos imitadores de
Cristo.
Fonte: ANO XIV - N° 35 - 6 de setembro de 2009
Pr. Sóstenes Apolos da Silva